quarta-feira, 13 de maio de 2009

Olá amigos!
Vejo que minha entrevista na Época provocou fortes emoções. Mas, muito bom poder usar a tecnologia a favor dos escritores, que antigamente tinham que engolir seco quando eram mal interpretados. Não pretendo moderar apenas os elogios!
Em primeiro lugar, comprem o livro! Conheçam a origem das minha ideias. Sou uma pessoa de paz. Não tive nenhuma intenção de levantar polêmicas desnecessárias. Estou apenas falando a respeito de um assunto polêmico. Mas no meu coração tenho amor e respeito por todos.
Como minha ideias são diferentes das que vemos por aí, as reportagens pegam frases isoladas do contexto para fazer sensacionalismo. Vou procurar explicar um pouco.
  1. No meu livro não falo em depressão pós parto em nenhum momento! Não tive , nem nunca vi quem tivesse tido. Nem li sobre o assunto. O que disse na entrevista da Época foi que: Desconfiava que a causa de tantos quadros de depressões pós parto hoje em dia, possa ser pelo fato das mulheres não deixarem a natureza agir sobre elas naturalmente. Desenvolvo no livro que é preciso fazer nascer a mãe, e o parto natural é fundamental pra isso. Então, é sujeito acontecer, em mulheres que fogem deste trabalho da natureza, quadros de depressão.... Leiam o livro. Aí pronto, a revista bota em negrito "Mulheres deprimidas após o parto são as que passam a gestação comprando roupinhas para o bebê" Socorro!!!!! Não quis dizer isto. O que quis dizer está no livro!
  2. Agrediu muito as pessoas também a minha opção de ter parado de trabalhar. Dizem que falo isso só porque sou rica! Peraí! Primeiro, não sou. Segundo, leiam o livro! Digo assim: "Devemos ficar (com o filho) o máximo de tempo possível para nós. E podemos aumentar este tempo reconhecendo o valor da maternidade em nossas vidas" Para ficar sem trabalhar abri mão me muitas coisas, mudei o meu padrão de vida, mudei de cidade ( moro aqui em Macaé também por ter um custo de vida mais barato). Tivemos que fazer vários ajustes, mas sempre concordamos eu e André, que a minha presença com as crianças não tem preço. Se saísse para trabalhar meu orçamento ficaria muito mais caro, economicamente e emocionalmente. E isso acontece com muitas mulheres, que trabalham para pagar a estrutura que precisam para sair de casa. Toda a intenção do meu livro é valorizar o trabalho de uma mãe. E com consciência deste valor podemos selecionar melhor quais critérios devemos ter, na hora de delegar esta grande tarefa a outra pessoa!

Ufa!!!!!! Depois me defendo mais.

67 comentários:

  1. Maria Mariana,

    Eu me identifiquei contigo em vários pontos da entrevista. Talvez por isto tive uma impressão mais positiva de tudo o que você disse.

    Inclusive postei as minhas impressões em comunidades do Orkut e numa lista de discussão que participo sobre a sua entrevista e colo abaixo para você saber que nem todo mundo te interpretou tão negativamente:

    Eu sempre desconfio destas matérias de revista. Eles sempre colocam algo polêmico para vender.

    Com relação a se tornar uma mãe melhor após parir creio que ela estava se baseado na sua experiência pessoal (comparação com ela mesma). Ela teve uma cesárea no primeiro filho e depois partos normais. Talvez ela sentiu que após parir tenha se tornado uma mãe melhor do que ela era antes e não melhor do que outras mulheres. Isto me lembram uma frase de uma amiga que é uma Xícara de Luz:

    "Eu já falei isso em outras oportunidades (em outra vida), e vou repetir: a Xícara que sofreu cesárea era uma mãe maravilhosa, mas a Xícara que pariu ficou melhor ainda (não estou me comparando com outrem! Notem!!!!). O fato de ter completado esse ciclo fez MUITA diferença em MIM. Será que isso não se dá com MUITAS outras mulheres?"
    http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=547550&tid=2523325949628352995&kw=xicara+de+luz&na=3&nst=31&nid=547550-2523325949628352995-2523577982646219065

    Com relação a DPP acho que ela quis dizer que a mulher que passa a gravidez inteira só preocupada com enxoval e outros detalhes menos importantes (veja bem, não disse que isto não seja importante), que não se dedica a conhecer o próprio corpo, que não se informa sobre parto e amamentação, vai acabar numa cesárea desnecessária mesmo e não receberá aquele aporte de ocitocina tão importante para o vínculo inicial e para a amamentação, depois pode ter depressão, por desconhecer totalmente o processo que está passando, por se sentir incapaz diante de um ser 100% dependente dela, por não entender seus hormônios, etc.
    É lógico que a questão da DPP é muito mais profunda, mas acredito que ela quis destacar que há assuntos muito importantes para se estudar durante a gestação, que há decisões a serem tomadas e que muitas vezes são subestimadas.

    Por fim, talvez ela tenha parado de amamentar qdo engravidava de outro por não querer amamentar 2 ao mesmo tempo. Foi uma escolha que ela fez.
    Mas, pelo jeito ela amamentou cada filho por um tempo razoável.

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  2. Olá!
    Sou amiga virtual da Vanessa que postou antes de mim, e na nossa lista conversamos muito sobre isso.
    Acho que a Vane, fez uma excelente leitura, concordo com ela.

    Também decidi não trabalhar para dar melhor qualidade de vida a minha filha, momentos preciosos que não voltam mais. Mais essa é uma escolha minha, feita em cima daquilo que acredito. Ouço muitos comentários sobre o fato de não trabalhar fora, como se fosse um crime praticado por uma mulher com graduação.rsrsrs


    Acho que vc abriu espaço para que muitas mulheres que estão mergulhadas na Matrix comecem a ver outras possibilidades. Vc ser uma pessoa conhecida faz essa ponte ser mais ampla.

    Tem um monte de mulher nos grupos de Parto Humanizado, que já andam fazendo um movimento pró-parto natural,pró-protagonismo feminino, pró-amamentação exclusiva até os 6 meses, pró-cama familiar, pró- amamentação prolongada, enfim, vc vem a somar.

    Assim que eu tiver condições lerei seu livro.
    Um abraço

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  3. Oi Maria Mariana, sou a Kalu do Mamíferas (www.mamiferas.blogspot.com). Eu acho um absurdo as pessoas massacrarem suas idéias desta forma. Afinal o livro é Biográfico e não tem a intenção alguma de mudar a sociedade. Assim como você compartilhou de idéias e pensamentos adolescentes mostra SUA visão sobre ser mãe. Eu concordo em gênero,número e grau com você. Acho sim que as mulheres se inseriram no mercado de trabalho, nos ideais capitalistas e não conseguem ver a função da maternidade como prioritária. Assim como as empresas tercerizaram seus serviços, as mães tercerizaram a maternidade. Fico horrorizada com este jogo da imprensa de entrevistar alguém e distorcer o que foi dito.

    Convido você para ler o manifesto que fiz no nosso blog: Deus Salve Estas Mamíferas. e sinta-se homenageada por ele.

    http://mamiferas.blogspot.com/2009/04/deus-salve-estas-mamiferas.html

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  4. Olá Maria Mariana!
    Eu tb faço parte da mesma lista de discussão onde participam Vane, Ana e Kalu e posso te dizer que essas idéias todas chocam sim. Infelizmente vivemos numa Matrix e quem ousa expor idéias e sentimentos diferentes, ainda mais na mídia, é visto com outro olhar.
    Hoje estou especialmente melancólica pq minha filha, que nasceu em casa num intenso Parto Domiciliar, e está com 1 ano e 11 meses não quer mais mamar. Ao contrário do que todos apostavam, que a amamentação não ia longe, me sinto uma vitoriosa. Por mim iria mais pra frente, mas como uma das premissas básicas é o respeito pela minha filha, eu me sinto feliz então por ter proporcionado a ela o meu melhor.
    Grande beijo mamífero!
    Drica

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  5. Maria Mariana,

    Li sua entrevista numa comunidade no Orkut, e sabe, o que me deixa muitas chateadas é a forma como se generaliza a coisa. Veja, eu tive meus filhos de cesárea, amamentei os dois, não tive DPP (graças a Deus) trabalho fora pois sou arrimo de família, embora seja casada e meu esposo trabalhador, e não consigo me julgar menos mãe por isso. Claro que adoraria passar mais tempo com meus filhos mas a minha (e de muitas) realidade é essa e dessa forma procuro ser feliz e passar aos meus filhos uma boa educação e pretendo que sejam homens de bem. Eu optei por ser assim, pois, caso não trabalhasse, provavelmente meus meninos não teriam tomado vacinas particulares, estudariam em escola pública (que hoje infelizmente deixa a desejar), não teríamos convênio médico, enfim, seria muito complicado, trabalho para proporcionar uma vida melhor a eles. E quando estou em casa brinco, conto histórias, pego no colo, leio agenda escolar, dou banho, enfim, sou uma mãe igual a todas .Acredito que a revolta das pessoas tem um pouco a ver com isso que te escrevo agora.

    Abraços

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  6. "Desenvolvo no livro que é preciso fazer nascer a mãe, e o parto natural é fundamental pra isso. Então, é sujeito acontecer, em mulheres que fogem deste trabalho da natureza, quadros de depressão...."
    Se TODA mulher que teve depressão pós parto tivesse tido uma cesárea, eu iria concordar com o descrito acima, mas como não é isso o que na verdade ocorre, então esta afirmativa ficou totalmente sem sentido, sinto muito.

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  7. Discussão muito interessante no Orkut:

    http://www.orkut.com/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1651309&tid=5334820488014694909

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  8. Mariana, sinto muito por vc ter sido tão mal interpretada.
    Espero que vc esteja bem.
    Lindos seus filhotes, parabéns.

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  9. Nossa!
    Eu acompanhava o Confissões de Adolescente e esperava coisa melhor.
    Perdi todo o meu interesse em ler o livro.
    Você se expressou mal sobre um assunto que mal conhece. Depressão não é brincadeira e não seleciona pessoas por tipo de parto ou classe social como imagina.

    Uma coisa é você se expressar mal sobre vários assuntos, outra totalmente diferente é você jogar toda a culpa na edição de uma revista send o que a entrevista e os comentários de extremo mal gosto quem deu foi você.

    "Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá. Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar. A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme."

    Penso totalmente diferente disso, o controle do barco não só pode e deve ser dividido, porque se um se sentir fraco o outro pode carregá-lo tranquilamente.

    Decepção total.

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  10. ok, seu livro pode ser autobiográfico, mas se vc não teve DPP e não sabe nada sobre o assunto, procure evitar dar sua opinião a respeito dos motivos, isso se vc não quiser correr o risco de parecer, no mínimo, ignorante.
    uma pena mesmo é que as mulheres já têm tantos estigmas, no mundo moderno não é suficiente ser aquilo que vc e sua família precisam, é preciso ser tudo, perfeita, onipresente!
    algumas das reles mortais não conseguem! isso sim pode agravar uma situação já delicada e degringolar para uma depressão.
    sei que foram suas opiniões, sua história de vida e o livro é seu, mas delicadeza para escrever seria bom!
    concordo com várias idéias suas
    mas, pelo menos na entrevista, vc colocou de forma muito simplista, como se quem fosse diferente fosse pior e por escolha!!
    deixar a natureza agir é muito relativo, no mundo de hoje quem é só mãe? quem pode?
    torço do fundo do coração para o que o que li na entrevista sobre amamentação seja um erro de interpretação gigantesco, amamenta quem pode, quem quer, quem sente prazer! É preferível dar uma mamadeira com amor do que o peito com dor ou rancor!
    tive PN, amamentei muito e sou mãe 24h por dia, pq quero e pq posso.
    cada um só dá o que tem dentro de si!

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  11. decepção total.
    sem mais.
    e não, não comprarei o livro.

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  12. Oi, Maria Mariana!
    me chamo Renata, faço parte da mesma lista de discussão da Ana, Vanessa, Kalu, Drica...
    Tem rolado um papo muito legal a respeito da sua entrevista e seu livro, e nós nos identificamos contigo!!!
    A gente faz parte de um grupo pequeno fora da Matrix que materna com informação, dedicação, com instinto mamífero!!! E isso choca!!! Como assim, largar o emprego??? estudei taaanto, investi taaanto!! Como assim amamentar taanto tempo??? Como assim dar colo, dormir junto??? Como assim???
    quando casei, eu e meu marido queríamos um filhote logo. Com 5 meses de casados, engravidamos e fiquei em casa preparando o ninho pra Dandara, e quando ela nasceu, fiquei 1 ano e 6 meses com ela, direto, ela, a casa e toda vida deliciosa da maternação. Quando ela tinha 1 ano e 6 meses surgiu uma oportunidade legal na minha profissão que amo (sou agrônoma), horário mega reduzido e flexível, salário legal e perto de casa. Pronto!! pra mim era a hora de retornar. E com tudo isso, eu ainda penso que seria melhor se eu estivesse em casa!! Amo sair pra cuidar das minhas plantinhas, mas amo ficar em casa cuidando da minha cria!! Amo e acredito que seja essencial, que é pro resto da vida!!Tantas adversidades da escola, tanta coisa que não concordo, que não acredito, mesmo escolhendo a escola a dedo!!
    Estamos por aqui planejando o segundo filhote pra já já, e ainda não sei se continuarei com a rotina que estou atualmente.
    Minha filha desmamou naturalmente com 2 anos e 1 mês, ofereci e ela disse que não queria e ainda disse: "não, mamãe, obigada!", e semana passada pediu de novo o mamazico dela, eu dei, ela mama novamente quando quer e assim vamos vivendo a essência da vida!
    Sua história é linda, e faz parte de um movimento que vai contra a corrente. Mas é isso aí! É preciso coragem pra escrever o que se vive e o que se sente.
    Parabéns!
    Um grande abraço!
    Renata Deprá
    resoutodepra@yahoo.com.br
    www.aocaminhar.blogspot.com

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  13. Maria Mariana,
    esqueci de falar...
    eu passei 15 dias amamentando minha filha com o peito rachado e sangrando, sentindo a maior dor até então, e estava ali, deixando a minha essência mamífera agir. Eu acredito sim que um dos motivos da depressão pós-parto é não deixar a mamífera agir, é não deixar o coração falar e não se conectar de verdade com seu bebê, não se permitir de verdade!! E isso toda mulher é capaz!! Aí vem um medicozinho orientar um leitinho pra complementar a sua incapacidade de amamentar??? Todas nós somos capazes de nos doar se assim quisermos!! Quando retornei pra casa depois de uma desnecesária em pleno trabalho de parto porque a médica não ia esperar porque tinha acabado de sair de um plantão, eu quaase caí. Eu me lembro exatamente o que pensei com o meu peito rachado e depois de uma cirurgia que ia contra tudo o que eu sentia: " a partir de hoje nasce uma nova mulher pra uma nova geração de filhos".
    Um grande abraço!
    Renata Deprá

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  14. Defender-se por fazer o que quer e ser feliz?! Vai começar a perder tempo com bobagem? "Deixe que pensem, que digam, que falem, deixe isso pra lá...". ;) Grande abraço para toda a família! Continuem lindos e felizes.

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  15. E o livro já criou polêmica, meus parabéns. Não sou mãe, mas li Confissões de Adolescente na minha adolescência e na época era um dos meus favoritos. Bom saber que a Literatura acompanha todas as fases da sua vida. Grande abraço.

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  16. FIQUEI FELIZ DE SABER Q VC É DA MESMA RELIGIÃO Q EU, SOU DO NÚCLEO SALVADOR NA BAHIA. QUANDO LI SUA ENTREVISTA PENSEI Q VC ERA MESMO DE LÁ. ENTENDI SEU PONTO DE VISTA, SOU MÃE E TRABALHO FORA POR NECESSIDADE, MAS REDUZI MINHA CARGA HORÁRIA POR CAUSA DO MEU FILHINHO DE 5 ANOS. QDO FOR AO RJ VOU TE PROCURAR NO SEU NÚCLEO PARA CONVERSARMOS. GRATA POR FALAR PELAS MÃES Q AMAM SEUS FILHOS

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  17. Acabei de escrever um comentário, mas não consegui assinar. Meu nome é Ticiana.

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  18. Oi Ticiana, que legal. Me passe o seu e-mail.

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  19. Maria, Prazer, sou Estela do http://elaquermudaromundo.blogspot.com/. Estava esperando anciosamente você criar um blog, pois, queria ter o prazer de ler suas palavras novamente. Concordo plenamente com elas. Trabalho com radiologia e optei em fazer apenas um plantão (24hs) na semana (aos domingos) para poder mais tempo com minha filha de 4 anos. Sou todos os dias massacrada pelas pessoas por isso. Sempre me questionam: Por que não arruma outros plantões e "bota essa menina na creche"? Acredito até pelos comentários que ouço, que me vêem como uma "vagabunda" que não gosta de trabalhar e gosta de ficar em casa "coçando o saco". Estou cheia disso.
    1º Não sou "vagabunda", trabalho desde os 18 anos e isso nunca foi um problema para mim.
    2º Não fico em casa "coçando o saco". A casa precisa de alguém para funcionar e aqui sou eu quem tem essa função. Estou aqui também preparando um ser humano melhor para esse mundo caótico.
    Por pressão, até cometi a loucura certa vez de trabalhar em três lugares ao mesmo tempo. Foi horrível, pagava uma fortuna para uma pessoa tomar conta da minha filha e com o tempo comecei a perceber modos horríveis nela, além da carência... A pequena comecou a ficar acordada de madrugada para ficar comigo e com isso eu ficava 24 horas no ar.
    Eu e meu marido chegamos a conclusão de que não compensa todo esse sacrifício. Optamos por uma forma de vida com o lema "viver mais com menos". Vivemos bem, sem luxos. Trabalhamos os dois o suficiente para ela estudar em escola particular, tomar todas as vacinas que não são fornecidas no posto, ter plano de saúde... Temos uma alimentação mais natural, nada radical. Moramos em Itaipuaçu (Maricá), um lugar mais tranquilo, com mais qualidade e um menor custo de vida. Optamos por viver de uma forma mais simples, mas sem nos privar de viver bem... Por isso também somos massacrados por muitos.
    Acredito, Maria, também na diferença entre homens e mulheres. Pra mim, essa comparação que você fez com a tempestade e o leme foi PERFEITA. Concordo plenamente!!! Aqui, meu marido que está no leme.
    Enfim, amo suas palavras, penso como você e outras inúmeras mulheres que discordam do feminismo furado de quem geralmente não tem filho para criar.
    Não estou aqui para criticar ninguém, afinal, cada um vive da forma que quer, cria os filhos da forma que quer, mas também não quero mais ser criticada, massacrada.
    Já estou colocando seu blog na minha lista de preferidos... Quando puder dá uma passadinha no meu.
    Beijos! Felicidades!!!

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  20. Oi meninas, oi Maria Mariana. Como todas aqui, li sua entrevista na Época, mas discordo de suas opiniões.
    Acho lindo, maravilhoso você ter largado tudo para cuidar de seus bebês. Agradeça sempre, muito, seu marido poder sustentar a todos.
    Só que sua opinião se choca com a realidade do país. O que seria de tantas mães que são abandonadas pelos maridos se não trabalhassem? Iriam largar tudo e ficar em casa cuidando dos filhos e comendo o que? Vento? A realidade do Brasil é essa. Segundo as estatísticas, o número de mães que são arrimo de família é enorme. Há, então, que se pesar muito sua opinião.

    Eu tive minha filha em novembro de 1998, trabalhei até às 16:30 e ela nasceu às 23:00 (para as "meninas" da comunidade gpm do orkut - parto cesário, tá). Voltei ao trabalho um mês e meio depois por necessidade.
    Cuido de toda a parte financeira das empresas do meu marido. Então, além de necessidade, confiança dele em minha pessoa e em me entregar o "leme" das finanças. E nem por isso deixei de amamentá-la (1 ano e 1 mês)e cuidar dela.
    Foi uma correria, eu tinha 24 anos, muita responsabilidade, mas tirei de letra e isso só me mostrou o quanto eu sou forte, capaz e o quanto minha filha é importante prá mim, pois, como você, fiz tudo isso por ela. Prá dar a ela uma vida confortável, escola boa, viagens, cultura, ensinamentos. E para mostrar o quanto é importante ter responsabilidade na vida.
    Prá mim, o que conta, é a qualidade do tempo e não a quantidade. Brincamos muito, conversamos demais. Tenho certeza que sou uma excelente mãe pela filha que tenho, como diz o dito "conhece-se a árvore pelos frutos"...

    Com relaçao à DPP, não tive. Creio que nós não podemos discutir isso, pois, como toda depressão, é uma questão química e fisiológica do organismo. Portanto, cada uma é uma. Me solidarizo com quem teve. Não deve ser fácil.

    No mais, acho extremamente importantes essas discussões. E gosto muito de você, Maria Mariana. Você tem o dom da palavra, escreve divinamente. É a 1ª vez que visito seu blog. Agora, vou passar sempre por aqui.

    Beijos,

    Fernanda Alves

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  21. Mais uma das listas de discussão aqui (como Kalu,Drica,Rê, Ana Sixx,Vanessa)...Maria Mariana, o mais irritante é não ser respeitado em nossas opiniões,né?É normal marcar uma cesárea eletiva, é normal um bebê de alguns meses tomar uma mamadeirona cheia de açucares e farinhas, é normal as crianças ficarem a cargos de terceiros enquanto o mais importante é bancar uma vida cheia de luxos para eles. O que as pessoas não entendem e não respeitam é quando nós decidimos fazer ao contrário. Aí somos as loucas,que querem sentir a dor do parto, usam um pano para carregar os bebês (sling), matam os bichinhos de fome oferecendo só o "leite aguado e ralo" do peito.
    Parabéns Maria!!!!Parabéns!!!Eu sou mãe de dois e meu lado mamífera surgiu justamente quando eu passei a questionar essa normalidade mecânica das coisas.
    Um beijo
    Kely

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  22. Para Kely e as "meninas":
    Vocês das listas de discussão ou da comunidade GPM se acham as "últimas bolachas recheadas do pacote" mesmo. Hahahahaha, ridículas...
    Eita bando de mal amadas. Precisam parir com dores horrendas e ser Amélias prá se firmarem como mulheres de verdade, fêmeas.
    Absurdo. Retrógrado.
    Quero ver quando tomar um corno ou um pé na bunda do marido, vão fazer o que prá se sustentar? Ah, lógico, viver de pensão. Ufa!!!
    A gente tem que se dar valor. Se respeitar. Correr atrás.
    Eu sou leoa. Caço minha presa e mostro prá minha cria como se faz. E vocês????
    Beijos novamente, vocês me fazem rir horrores.
    Fernanda Alves

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  23. Gente eu acho essa discussão toda tão desnecessária, cada mulher é única e cada gravidez é única, é um caminho que só existe quando você passa, cada uma vai achar sua forma de ser a melhor mãe possível dentro das suas possibilidades financeiras e emocionais, e para afirmamos a nossa opção não precisamos desprezar ou enxovalhar a opção do outro, a felicidade que serve para mim pode não servir para você e vice verso, não dá para colocar mães modelos de um lado e leoas do outro, cada mulher é única e o que a Maria Mariana fez foi relatar a experiência dela (só dela) como mãe, por favor aprendam a fazer leitura crítica de textos, vcs não precisam concordar com tudo ou discordar de tudo, aproveitem o que o livro tem de bom e desprezem o que tem de ruim, É TÃO SIMPLES!!!

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  24. Ju, apesar das sábias palavras com relação à felicidade, discordo de você em alguns pontos. Há que se fazer uma leitura crítica dos textos sim. Nesse caso, muitas mães se sentiram atingidas.
    Como já citei, temos que respeitar as mães solteiras que criam seus filhos, trabalham para sustentá-los e que no Brasil já representam 18% das famílias (IBGE).
    No ímpeto de escrever, acabei esquecendo de citar pessoas especiais e importantes, as mães adotivas. Elas não são boas mães por não terem parido ou amamentado? Tiro o meu chapéu para elas que têm o desprendimento e infinito amor de acolher o filho de outra como se fosse seu. Filho que muitas vezes nasceu de parto normal e foi abandonado, maltratado e judiado pela genitora.
    Com a palavra, as mulheres parideiras e mamíferas.

    Fernanda Alves

    P.S. desculpa Maria Mariana por usar seu espaço, mas não posso me calar, ou melhor, não posso baixar a tampa do notebook, haha.

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  25. Bom, eu planejei minha gravidez, ela veio no momento certo para mim e meu marido, passei nove meses cuidando de tudo para que meu bebê nascesse bem e saudavel. Adoro café e vinho, por exemplo, pois não coloquei uma gota na boca desde as primeiras semanas de gravidez; enfim, li bastante, fiz quatro ecographias, um milhão de exames, fiz Yoga, preparação para o parto, ateliê para amamentação e como cuidar de um recém-nascido e, para coroar isso tudo, tive meu filho num parto normal, emocionante, com meu companheiro ao lado. Agora, você me diz: então não tem motivos para ter um baby blues... e portanto, tive um sim, durante as três primeiras semanas de vida dele; fiquei à flor da pele, chorei muito, perdi o apetite, me sentia exausta; me senti mal etc. Acho que generalizar é sempre uma burrice. Não da para dizer que seremos boas mães por essas ou aquelas ações. Ser mãe ja é tão complexo, um universo dentro de uma so pessoa, que ja basta suportarmos todos esses clichês sobre a maternidade para ainda termos que lidar com mulheres - essas mesmas - apontando o dedo para as outras e dizendo: você não serão boas mães se não fizerem isto ou àquilo. Cada uma faz o melhor que pode e não, não quero e não pretendo ser a melhor mãe do mundo. Quero apenas ser uma mãe que tenta educar um ser humano para viver neste planeta. O melhor possivel, se possivel.
    No mais, felicidades e bela familia!

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  26. Olá!

    Gostei do seu blog, trabalho num site que pode ajudar você a encontrar mais pessoas com ideias parecidas com as suas e que pode ajudar a destacar mais seu blog.

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    Abraços!

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  27. Maria,
    Não conhecia seu livro antes de toda essa polêmica, mas estou muito curiosa para lê-lo.
    Também estou enfrentando uma BARRA por ter decidido parar de trabalhar para cuidar do meu bebê quando ele nascer.
    Queria trocar umas figurinhas com você sobre ser mãe (já que estou só começando!).
    Ah! Tinha escrito um texto enorme e não pude postar.
    Se eu puder falar contigo por e-mail escrevo de novo.
    Beijinho
    Aline

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  28. Não Fernanda, não somos “as últimas bolachas recheadas do pacote”.
    Aliás, se vc nos conhecesse e tivesse uma gota de esclarecimento sobre o que estamos falando, talvez vc não dissesse coisas tão ofensivas a nós, que não falamos nada que agredisse ninguém.
    Fazemos parte de uma lista do Yahoo: http://br.groups.yahoo.com/group/bestbaby/
    Uma lista de mães, uma miscelânea de mulheres.
    Temos pobres, ricas, que trabalham fora, que não trabalham, que tiveram cesárea eletiva,
    Cesárea empurrada goela abaixo, parto normal hospitalar, parto natural hospitalar, parto domiciliar, que tiveram ou não depressão pós-parto, que tiveram ou não baby blues, que não amamentaram, que amamentaram, que são a favor da cama familiar, e outras não, temos evangélicas, espíritas, católicas e todo mais um mundo de diferentes coisas.
    Mulheres casadas, mulheres separadas, mães solteiras, mães adotivas, enfim.
    Todas nós apesar de termos pontos de vista diferentes em muitas coisas, sabemos ler, compreeender e aceitar a vida de cada uma.
    Ajudamos muito umas as outras, naquelas dúvidas normais de mães e de mulheres Tb.

    Viemos ao blog da Maria Mariana apenas para dizer que ela não está sozinha, que existem muitas que pensam parecido com ela. Compartilha isso com ela, apenas isso, muito simples.
    Que mal há???
    Não vivemos em um país democrático????
    Vc não está tendo o direito de falar de nós da forma como fala, sem nunca ter trocado sequer uma palavra conosco??
    O livro foi escrito por uma mulher chamada Maria Mariana, que é conhecida por ser do ramo artístico, e ela só fez falar da maternagem que ela vivencia. Eu acredito (não li o livro ainda) que não tenha nada escrito dizendo: Se vc não fizer tal coisa vc não é mulher, ou não é mãe de verdade, ou algo parecido...
    Levar um pé na bunda do marido, ou um chifre??
    Realmente, existe essa possibilidade, aliás para qualquer uma de nós, seja para a mulher que trabalha fora de casa ou seja para a mulher que trabalha dentro de casa.
    Coisas da vida, que podem acontecer com qualquer um, assim como morrer, ficar doente, tomar uma bala perdida, e mais um infinito de acontecimentos.
    Faz parte, e todos temos que estar preparados para qualquer coisa, já que fazemos parte disso, VIDA.
    Também somos como leoas, mas mostramos as nossas crias, um outro caminho. A nossa trilha Fernanda é bem difente, mas vc não deixa de ser Tb uma Mamífera, que luta pelo que vc acredita.
    Faça isso, sem agredir os outros, sei que vc tem essa capacidade.
    Que bom que a fazemos rir horrores, a nossa intenção é essa mesma.
    Criar com amor, com alegria e rir muito!!!!

    bjs

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  29. muito triste, talvez este livro devesse se chamar "confissões de adolescente II"
    faltou muuuuito...

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  30. Olha, realmente nem acredito que li tanta bobagem. O espaço não é nosso, apesar de ser público. Desculpa-me Maria Mariana, por usar seu espaço pra me defender...
    O que acontece é que cada um faz a sua escolha. POrém, eu, EU, Renata, considero escolha quando você conhece os dois ou mais lados. Quem fala que a gente precisa parir com dores horrendas e sermos amelias é que me parece que conhece somente um lado, porque se conhecesse qualquer outro ponto de vista, respeitaria e não se ofenderia tanto. Parir com dores horrendas??? Você conhece parto humanizado, conhece mesmo ou só de ouvir falar?? E não é porque NÓs (meninas) conhecemos é que somos melhores que ninguém. Ñós apenas questionamos o comum.
    Primeiro, minha filha nasceu de uma cesárea. E hoje acordei pro mundo, me permiti entender realmente o que se passa (ou o que não passa!) pela cabeça de um médico rei onipotente da informação e da vida dos outros. Segundo, o que é ser amélia?? Estudei anos, fiz mestrado, pós latu-sensu, trabalhei anos, ganhei bem, sempre tive minha grana, casei e resolvi escutar meu coração e o da minha filha e entender o que era realmente essencial. Pra MINHA família foi muito legal estar em casa na gravidez e por mais 1 ano e meio exclusivamente, e hoje estar trabalhando com um horário mega flexivel, ganhando bem, mostrando que posso produzir perto das minhas crias, do meu aconchego de lar, educando a minha filha e não terceirizando. Tentar ser a mudança que se quer ver no mundo já é um começo pra uma geração mais sadia e feliz. Mostrar que é possível reinventar a maternidade e a vida profissional.
    Necessidade é muito relativo, é super pessoal e cada um tem a sua. Quanto ao pé na bunda, não trabalho fora (e dentro de casa, pois não tenho empregada nem babá e eu e meu marido dividimos TODAS as tarefas) por medo de tomar um pé na bunda. TRabalho porque sou agrônoma por escolha, por amor, e continuaria sendo mesmo que não ganhasse dinheiro com isso. E se isso tudo é ser Amélia, então eu sou!!!
    Grande abraço
    Renata Deprá

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  31. Maria Mariana...
    Não li o seu livro AINDA por pura falta de tempo. No entanto, participo da mesma lista das "meninas". Parabéns pela coragem e determinação. Vou ler seu livro para poder tirar minhas conclusões antes de ficar atirando pedras por causa de meia dúzia de frases que podem ter sido SIM tiradas fora de contexto.
    Um grande beijo e seus filhos são LINDOS!!!
    Dani mãe do Kiyo - Curitiba-PR

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  32. Realmente não dá pra ficar calada.
    Não li o livro ainda, nem sei se já chegou aqui em Belém, mas li a entrevista da Época através da lista de discussão (best baby) da qual outras meninas que postaram fazem parte.
    Todos os dias qd leio os e-mails da lista penso no quanto poderia estar presente junto a minha filha. Penso que a forma como as coisas estão se encaminhando não era a forma que eu tinha imaginado.
    Quando engravidei, estava em processo de casamento com o pai da minha filha (hj com 08m), mas durante a gravidez nos separamos definitivamente e estou mãe solteira.
    Desde a gravidez até hj foram várias as crises. A 1a qd tive q passar por uma cesária (depois de todo o preparo para o parto natural), outra qd tive q voltar a trabalhar qd meu bb tinha apenas 04 meses de idade e a mais nova agora, aos 08 meses da minha pequena, qd me vejo trabalhando das 8h da manhã às 7h da noite, e meu bb fica com minha avó e a babá.
    É horrível, não estou com ela, não estou dando o almoço todo dia, não estou engatinhando e andando junto com ela, não estou brincando no chão e nem dando banho nela. Mas estou fora, trabalhando para comprar a comida, a roupa, pagar o plano de saúde, as fraldas, a higiene, a cuidadora. Estou fazendo mais do que imaginava q poderia fazer pq tenho um bb q depende totalmente de mim, em todos os sentidos, me desdobrando pra que ela não deixe de mamar, não tome leite de vaca, não coma áçucar, e tudo isso sem estar ao lado dela.
    Não me acho mais ou menos mulher pq trabalho fora o dia inteiro e volto correndo pra casa pra dar o peito e o jantar pra minha filha. Mas me considero sim, uma mamífera, que tenta fazer o máximo possível para dar conta de sua cria, com amor e dedicação.
    E mesmo em mundos e situações tão diferentes das suas me identifico como vc, pq assim como eu, viveu as loucuras e desventuras da adolescência (eu amava a série, era a minha cara, rsrsrs), e depois procurou caminhos para ser uma pessoa melhor, seja na maternagem, seja no caminho espiritual.
    Parabéns por mostrar a cara e dar vazão as indicações para a construção de um mundo melhor.

    Abraços em vc e bjs nas bochechas das crianças

    Dani Franco - Jornalista e mãe

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  33. Rê, vc disse que não concordou comigo em algumas partes, mas não especificou quais partes, porque o restante do seu texto é exatamente o que eu disse no meu, que cada uma tem uma história de vida e que para se afirmar a sua opção não precisa enxovalhar a do outro.

    Você achou o seu caminho como mãe e dentro do que você acredita e das suas possibilidades está fazendo o melhor que pode, as mulheres que resolvem ser mãe em tempo integral fizeram uma opção diferente da sua mas não menos válida e acreditam também que estão fazendo o melhor, quando uma escolha é tranquila para a gente não há motivos para tanta agressividade como estou vendo aqui (não só de vc mas das que se dizem mamíferas também) Repito a felicidade é uma coisa muito pessoal não tem receita vc tem que achar seu próprio caminho (Em tempo, eu trabalho fora, sou advogada)

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  34. Desculpe pelo erro foi a Fernanda Alves quem respondeu meu post e não a Rê

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  35. Maria Mariana,
    Também sou da lista das "meninas" - Best Baby, etc.
    Escrevo para te dar meu apoio!
    Pode ter certeza que muitas se incomodarão por questões pessoais e muitas se identificarão contigo.
    Vc não está sozinha.
    Um parto digno, amamentação e tempo para os filhos são diferenciais hj em meio a essa matrix capital.
    Grande beijo!!!

    Ps. É muito fácil criticar anonimamente.
    Dar as caras ninguém quer, né?!

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  36. Oi, Maria Mariana. Há algum tempo procurei vc na web e nada encontrei. Agora fico feliz em saber novidades suas. Eu vi a série Confissões e gostei.

    Vi tb um filme do seu pai que adorei: Todas as mulheres do mundo.

    Abs do Lúcio Jr para vcs.

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  37. Oi aqui é Ticiana do Núcleo Salvador, meu email é ticimev@hotmail.com. Grata pela atenção e boa sorte.

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  38. Oi Ju, não gosto de generalizar as coisa, por isso não gostei das palavras da Maria Mariana. “Deus quer o homem no leme”, "Se a mulher parir naturalmente, será uma mãe melhor", "Amamentar não é um detalhe, é para a mãe que merece." Isso são afirmações. Me coloco no lugar das mães que precisam trabalhar. Me coloco no lugar das mães que por "n" motivos não puderam amamentar. Me coloco no lugar das mães adotivas e das mães que fizeram cesáreas. São afirmações que não precisam de interpretação, pois são muito claras. Para mim e para muitas outras, não soaram como experiência pessoal.

    Engraçado, minha filha tem 10 anos e sempre converso muito com ela. Amo ouvir seus pontos de vista, às vezes tão infantis e outras, tão maduros. Ontem à noite, saímos para ir ao salão de cabeleireiro e comentei sobre este assunto com ela e fiz a seguinte pergunta: "- Filha, você gostaria que a mamãe ficasse em casa com você e não trabalhasse?"
    Ela respondeu: "-Nunca mammy. Te amo do jeito que a senhora é. A gente almoça e janta juntas. A senhora faz lição comigo, me ajuda com as pesquisas, joga jogos comigo. Por que eu vou querer mudar alguma coisa? A senhora passa muito tempo comigo. Não gostei do que essa moça falou."
    Pronto. Minha resposta está dada, não preciso de nenhuma outra.
    Por isso, assunto encerrado.
    Beijos

    Fernanda Alves

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  39. Oi, Maria Mariana.

    Sua conversão religiosa tem alguma coisa a ver com a Record? Existe alguma pressão para você "encontrar Jesus" lá?

    Eu sou homem e estou no leme...da internet...

    kk

    Abraços

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  40. Tadinha mulher! (liga não, é meu jeito, sou passional mesmo, hehe)
    Nossa como eu entendo vc... entendo tudo que vc tá passando... vc nw faz idéia!
    ***
    Olha Maria, tem uma coisa que me ajudou muito. E eu vou dizer pq me sentirei melhor! (hehe)
    Eu descobri que para escrever é preciso dar bastante ênfase nos: 'EU ACHO', 'EU, PARTICULARMENTE, ACHO', 'EU PENSO ASSIM'... sabe? Coisas deste tipo...

    Pq por muitas vezes eu falava de índices, de geral, de maioria... mas muitas pessoas ainda optam por nw enxergarem e/ou não aceitarem. É lamentável, mas fato!
    ***
    Bjs mil
    Com carinho
    Fran

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  41. Depois de ler essas "respostas maravilhosas" so tenho um velho ditado para vc, minha cara Maria Mariana: "os caes ladram e a caravana passa".

    bjao e muito sucesso!

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  42. Maria Mariana,
    Entendo que o livro é autobiográfico, portanto, quanto às suas idéias e seus interesses particulares, suas vontades, ninguém tem nada a ver com isso. Talvez ele seja bom. Não sei. Mas sua entrevista na Época foi decepcionante. É um desestímulo para a leitura de seu livro. Acho que quem resolve ir à média, tem que ter mais cuidado ao expor suas idéias. Pela entrevista, não pareceu que vc. respeita quem pensa e age diferente de você. E as mães adotivas, ou as mulheres que optam por não ter filhos? têm menos valor por isso? é possível fazer o bem de muitas maneiras no mundo, Mariana...muitas...
    Talvez vc. saiba disso e pense diferente. Tomara que sim.

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  43. Ola Querida! Vou bater carteirinha aqui no seu blog!
    Tenho comentado sobre sua entrevista com algumas amigas qque como eu, se identificam com vc!

    Fico ate me imaginando num bate papo de perto! Pq eh dificil encontrar pessoas com as mesmas ideias e talvez ideais!.

    Um beijo e sucesso!

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  44. Prezada Maria Mariana,

    você não me conhece. Meu nome é Ana Carolina e eu a conheci na adolescência, como tantas outras meninas através da peça e do livro Confissões. Sempre admirei sua maneira de escrever e, principalmente da sua visão apresentada no texto. Há algumas semanas, através de uma amiga, fiquei sabendo do lançamento do seu livro. Apaixonei de cara. Uma mulher casada com uma homem mais velho, com 4 filhos e que parou de trabalhar para maternar me pareceu uma luz no final do túnel. Túnel das mãezinhas que fazem o favor de ficar 4 meses em casa de licença-maternidade, entregam o protagonismo do parto nas mãos do doutor que estudou pra isso, que se entregam numa mesa de cirurgia num sábado à tarde pra dar tempo de fazer escova de manhã e receber os bem-nascido fresquinhos para as visitas no fim do dia. Túnel de mulheres que não amamentam porque o bebê chora, porque o peito dói, porque o marido não quer, a mãe não quer, a sogra não quer. Túnel de gente viciada em trabalho que já engravida pensando em voltar a trabalhar, que curte mais o enxoval que as mudanças do corpo, que decora um quartinho pro bebê-recém nascido ser bem independente, que só pega seu filho na hora de amamentar pra não acostumar mal, gente que acredita em bebê manipulador, manhoso, estragado pelo colo. Sim, Maria, você reprresenta esta luz pra mim. Mais uma luz, aliás. Eu vivo a vida que desejo. Enfrentei o mundo por escolher um marido 23 anos mais velho, por não casarmos, por planejamos, em segredo, um parto domiciliar, por mudarmos da maravilhosa zona sul do Rio para uma cidade pequena buscando quintal e paz, por ter parado de trabalhar para meternar minhas filhas e amamentar a mais nova, agora com 10 meses. Piso no chão de terra com mais prazer do que no granito do shopping, prefiro vivenciar experiências a terceirizá-las, não penso em doença, não adoeço, não confio cegamente em profissional algum e penso. Ou seja, penso, experiencio e vivo as minhas escolhas com alegria e simplicidade. Me identifiquei muito com o seu texto - sim, eu li o livro, diferentemente da maioria das pessoas que estão criticando tão ardentemente - e acredito [de forma geral, porque poderíamos conversar dias sobre isso] que as pessoas têm preguiça de pensar, medo de assumir responsabilidades e de fazer escolhas. É mais fácil seguir a procissão. Remar a favor da maré é moleza.

    Parabéns pelas escolhas e pela coragem de enfrentar uma mídia manipuladora e cínica como a brasileira. As críticas virão, mas se uma mulher for salva da matrix valeu a pena.

    Forte abraço e beijo carinhoso,

    Ana Carolina Prestes
    São Pedro da Aldeia, RJ

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  45. encontrei minha turma !!! Sim foi esta é sensação que tive, a medida que ia lendo as linhas da entrevista, pena só ter pego a revista hoje pra ler ... e descobrir que não estou só... falo sobre tudo isso a muito tempo, com minhas amigas, família, e assim como vc não sou muito compreendida, e nem respeitada, tenho graduação, e sou cobrada por não trabalhar, ou melhor não procurar uma tarefa para ser remunerada, pq com filhos trabalhamos muito, até mais do que muitas que ficam sentadas em seus locais de trabalho remunerado. Elas já são reconhecidas por toda a sociedade, e claro tem sim seu valor, mas as vezes me pergunto se o meu ofício não é tão ou mais importante. Mariana, vou ler sim seu livro, e tenho certeza que vou me identificar muito, pelo pouco que já li sobre ele, já percebi que é o livro que eu adoraria ter escrito, parabéns pela coragem, é preciso muita, para expor uma opinião como esta, em uma época em que mulheres que optam por cuidar da sua família, são cada vez mais rara, seja por necessidade, opção, ou pelo simples fato de não ter a coragem de desempenhar a tarefa que a maternidade traz e dá mais trabalho, ser mãe em tempo integral!. Vou adicionar seu blog nos meus favoritos !!

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  46. Maria Mariana, acabei de enviar um comentário, e esqueci de colocar meu nome Lisângela Tobias .

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  47. Gostaria ainda de parabenizar o melhor texto escrito neste blog, o da Ana Carolina Prestes, convicta naquilo que acredita, e independe de como caminha a humanidade. Parabéns!
    Lisângela Tobias

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  48. JULIANA NASCIMENTO24 de maio de 2009 11:12

    PARABÉNS,COMO VC,LARGUEI TUDO A 4 ANOS ATRÁS PARA ME DEDICAR AOS MEUS FILHOS,SOPHIA COM 3 ANOS E CONRADO COM 1 ANO E 7 MESES,VOLTEI A TRABALHAR AGORA,UM POUCO PREOCUPADA,AFINAL,É TÃO BOM FICAR COM NOSSOS FILHOS,MAS ENFIM,A VIDA SEGUE,FIQUEI UM POUCO ASSUSTADA,COM ESSES COMENTÁRIOS MAL INTERPRETADOS, LEIO ÉPOCA TODA A SEMANA,E ADOREI SUA ENTREVISTA,COMO VC ME ENTREGUEI DE CORPO E ALMA A MATERNIDADE,ME DEDIQUEI 100% AOS MEUS FILHOS E ME DEDICO HOJE TAMBÉM,MESMO ESTANDO TRABALHANDO,MAS NÃO COMO ANTES,É UM ABSURDO UMA MÃE FALAR QUE CONTINUA A MESMA COISA,NÃO É,MAS A VIDA SEGUE,TEMOS QUE TRABALHAR,MAS SÓ VIM AQUI PARA DAR O MEU APOIO,A MINHA ADMIRACÃO POR VC,AFINAL,LEOA É VC QUE CUIDA DE 4 FILHOS E ENFRENTA ESSAS CRITICAS COM PALAVRAS GENEROSAS.

    PALAVRAS DE MEU AVÔ QUE LEU SUA ENTREVISTA.

    NO MEU TEMPO QUE ERA BOM,A EDUCACÃO ERA BOA,O CASAMENTO ERA DURADOURO,E NÃO TINHAMOS TANTOS PROBLEMAS COM JOVENS VICIADOS E CRIANCAS MAU EDUCADAS,AFINAL,ELES TINHAM MÃES DENTRO DE CASA E O HOMEM NO LEME.

    UM POUCO MACHISTA MEU AVÔ,MAS OS PROBLEMAS ESTÃO AI,E NÃO GENERALIZANDO.

    JULIANA NASCMENTO.

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  49. Maria,
    tenho uma pequena de oito anos, e desde que ela nasceu tive um certo "respaldo financeiro" que me permitiu não trabalhar. Não me arrependo nem um pouquinho disso. Fui mãe e esposa 24h e acho que foram momentos impagáveis de felicidade. Hoje o mundo está sujeito de uma forma equivocada com o feminismo e o machismo exacerbado de certas pessoas. É claro que existem mulheres que não tem a opção de ficar em casa, tem que ralar e muito para botar comida na mesa para seus pequenos e ainda assim passam dificuldades.
    Mas acredito que algumas dessas crianças que poderiam ter um pouco mais de afeto por parte dos pais provavelmente precisarão de psicólogos, afinal os pais estavm ocupados demais para dar o colo necessário. Ou seja, muitos não terão em quem se espelhar na vida justamente por terem tido dezenas de babás desqualificadas para criar alguém. Mas para não ser injusta conheço babás maravilhosas que criam muito melhor os pequenos do que certas mães que não trabalham....
    Espero não ter sido mal educada, mas não poderia deixar de aplaudir de pé a personalidade de Maria Mariana e até uma certa coragem, de admitir o seu papel. Maria, estou contigo e concordo em número, gênero e grau!!!
    Beijos,
    Juliana de A.L.

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  50. Maria, mais uma que percebeu o que você quis passar para as pessoas, te entendo como mulher que é julgada a todo momento por não acrescentar á casa bens materiais por não estar desempenhando sua profissão, e te entendo mais ainda como mãe, principalmente, e esta é a razão maior de eu estar te escrevendo. Aliás, faz tempo que não vejo uma mulher ser sincera, você falou e fala o que muitas mulheres gostariam de dizer: ser mãe não é o fim do mundo, não é o fim da beleza, não é o fim do amor próprio, mas um acréscimo de muitas coisas boas, momentos difíceis e desafiadores, e para muitas mulheres é um desafio ao EGO!!!Estragamos nosso corpo, não por causa dos bebês...a ansiedade de ficar fláscida também nos faz engordar, entre várias coisas...leio quando posso,revistas como Epoca,tudo tem seu lado de modismos, e digo que ser mulher de casa, mãe e esposa dedicada á família não está na moda, e isto não ajuda a vender revista, mas polêmica sim, mas mesmo destorcida, a matéria me chamou a atenção por trazer uma idéia diferente de viver melhor a situação de mãe que amamenta, que cuida da família, do marido que também nos exige atenção, é difícil, cansativo mas nos engrandece como ser humano, pois estamos praticando a todo momento uma doação de tempo, atenção, amor, e injetando no mundo algo que esta começando a ser extinto: respeito!
    Ah, sabemos que é muito filosófico, e muitas pessoas acham que falamos demais, mas não é só falar não, é fazer e sentir...nossos filhos vem com uma função neste mundo, e não é de somente tomar nosso tempo quando são pequenos, e querendo ou não a mulher é grande responsável pelos próximos conceitos, preconceitos e julgamentos futuros dentro deste mundo, sabe porque, né!! Abraço e espero ter mais tempo para conversar na web.

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  51. Ah, esqueci momentaneamente de minha vida...aí vai: tenho 33 anos, casada à 15, tenho 3 lindos e maravilhosos meninos; Gabriel de 12 anos, Pedro de 7, e Artur de 2. Beijos.

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  52. Oi Mari, primeiro quero parabenizá-la pelo livro e pela sua escolha de vida.
    Não vou me alongar muito, mas acredito que o seu livro foi um tapa na cara de muitas mulheres. É preciso resgatar a maternidade na sua essência e falar sobre isso de uma forma real e verdadeira fere o ego de muita gente.

    Tenho um blog, que é somente para convidados,se quiser entrar pra conhecer me mande um e-amil: tathyanam@hotmail.com

    Bjs

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  53. Querida MARI que saudades! Quem lhe tecla é Moema estudamos juntas muitos anos no Anglo! Parabéns pela linda jornada de vida! Meu contato marcia.momesso@gmail.com Grande Beijo!

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  54. Só de curiosidade. Só curiosidade, mesmo... o que seu pai achou disto tudo? (livro, comentários). Tá, sei que você pode dizer que não precisa ser avalizada por ele, ou algo assim. Mas pensando que o movimento vindo dele pode ser contrário (pensando nisto pelos filmes que vi, pura suposição, arte não necessariamente é a vida), imagino que algum debate interessante pode ter surgido.

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  55. OOps, acabo de ler o comentário do seu pai em outro post. Interessante. Mas aposto que mais dicussão deve ter surgido além daquele texto.

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  56. Nossa Mariana, quanta coisa.. me senti um pouco menina, um pouco adolescente um pouco mãe com você...
    Tudo mt louco. Cresci me espelhando tanto em vc... que me perdi agora...
    Parece que foi ontem que te vi entrando no teatro de macaé com apenas com a clara e achei tão louco e lindo sua gravidez.. agora toda essa criançada.. meu deus.. vida mauluquinha ein?
    saudades das suas escritas e sua vida leve.. espero que continue postando aki, apesar de ve que esta um pouco abandonado.. saudades de seu sorriso e de sua alma leve e florida!

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  57. Olá, Mariana

    Não conhecia sua família e fiquei encantada, também tenho uma Maria LAURA e uma Maria CLARA.
    Estudei a vida toda para ser uma profissional realizada, estudei fora do país inclusive, e fiz muitos investimentos para viabilizar minha carreira, sou advogada.
    Contudo, com o nascimento da minha filha mais velha o meu instinto materno falou mais alto.
    Com o apoio do meu marido larguei meu escritório e dediquei-me inteiramente à maternidade sem nenhuma culpa.
    Não sou nada frustrada, pois foi uma opção bem consciente, e posso dizer que quem se frustrou mesmo foram as pessoas que queriam viver a minha vida por mim.
    Tive a sorte de poder amamentar minhas filhas, mas não pude tê-las de parto normal,por motivos alheios à minha vontade. Durante a gravidez sofri com pressão alta e a cesárea não foi escolha minha, mas uma necessidade, infelizmente.
    Apesar de ter escutado de algumas pessoas próximas que só se sente mãe quem passa pela experiência do parto normal, não me abati, pois não tive escolha, e nem por isso me deprimi.
    Não falo de depressão pós parto, pois não conheço muito sobre o tema e não quero incorrer em erro.
    Mas,posso deduzir que seja algo terrível, que leva a mulher a um vazio total, cegando-a e tirando dela a oportunidade de ser mãe plenamente.
    Me identifico com você, pois também tive o ímpeto de largar tudo quando me tornei mãe.
    Hoje, com as meninas mais independentes, estou voltando ao mercado, mas respeitando os horários que tenho que me dedicar a elas.
    Trabalho em casa, mudei de atividade, faço meus horários e posso estar com elas em tempo integral, sou muito feliz.
    Acredito que fiz a opção correta, e respeito quem pensa diferente, mas para mim a minha família é a prioridade.
    Não penso que a minha postura seja um retrocesso, as mulheres acabam se penalizando duplamente, pois com a cobrança da sociedade, muitas vezes acabam assumindo responsabilidades fora de casa querendo estar com seus filhos, e se frustram também.
    Abri mão de muitas coisas, viagens, um carro melhor, uma casa na praia, etc, mas está valendo muito à pena estar com minhas filhas e poder acompanhar de perto o cresimento delas, imprimindo nelas nossos valores e princípios.
    não seria feliz se transferisse essa competência para outra pessoa.
    A mulher moderna conquistou tanta coisa, que agora se tornou uma refém da sua própria conquista, e não consegue simplesmente ser só mãe.
    Esse é um grande dilema que observo no meio em que vivo, amigas que construíram uma carreia sólida, hoje se penalizam por não terem uma família, e as que são mães e não profissionais, sentem que perderam algo.
    É muito difícil esse equilíbrio, mas eu sinto que estiu conseguindo e desejo que cada uma de nós encontre o melhor caminho para trilharem suas vidas.Obrigada pela oportunidade de me expressar.
    Maria Paula

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  58. Oi! Sou nova nesse negocio de blog. tanto que nem sei direito como usar. Também sou deslecsa portanto não escrevo muito bem porém adoro me expressar. Durante minha adolescência fui muito sua fã por qausa do seu livro,você não imagina o que tive que enfrentar pra consegui assistir a peça,kk sabe como é pobre e uma mãe completamente sem noção que achava suas idéias muito fora da realidade que ela planejava ou que ela acreditava.Lembro de ter conseguido entrar de bicão no teatro onde estavam a Ingride a Debora e a Carol peguei autografos e tudo que mais tarde minha mãe jogou fora salvei o da Ingrid, pedi para ir ao teatro .lembro que um amigo disse que pagaria pra eu ir porque sabia que naquele momento era superhiper importante, mais uma vez a Dona edna empatou. Mais não desisti acredita que fuji de casa entrei por traz do teatro junto com a moça da limpeza e consegui entrar e assistir a peça claro que perdi o começo e sentei na escada, mais assisti voltei para casa só no dia seguinte kkk por conta disso levei minha primeira e unica surra de meu pai que creio eu ter deixado minha mãe muitíssimo satisfeita perdi meu aniversário de 15 anos. e acabei conhecendo melhor uma amigo que mais tarde se tornou ... o pai de meu primeiro filho hoje tenho 32 e dois filhos mais parece que foi ontem.Moro em Florianópolis e tenho uma filha de 1 ano e 4 meses que quase morri para ter ela mesmo assim ela ainda mama no peito apesar de todos ao meu redor acharem um absurdo, tambem esperei 12 horas de bolsa rota esperando ela nascer com aquela dor anormal. descobri que tenho lupus a quatro anos então era muito arriscado estar grávida só para ter uma idéia com 3 meses operei a apendici, duas internações de peneumonia e etc pra não achar que minha vida é monota meu filho mais velho de 14 anos estudava em uma escola publica onde foi ameaçado de morte quendo ele resolveu enfrentar o bulling que vinha sofrendo em silêncio, porque achou que como minha gravidez era de alto risco não podia me trazer problemas, meu marido trabalha em navio de cruzeiros o vejo somente 5 meses por ano, sou quase uma mãe solteira que morreria tranquilamente por meus filhos como sou capaz de ressucitar para protege.los então acredito que faço parte daquele time de mães que se eu não fosse mãe então não seria nada.
    Não sei porque esquevi tanta coisa, kkk
    Mais o que eu queria mesmo era dizer que durante muito tempo da minha adolescencia vc foi uma inspiração, quem sabe agora como mãe.
    beijocas fica com Deus.

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  59. Maria Mariana , acho que sou a mais nova por aqui , Se não sabe o sacrifíssio que passei para achar este blog , e o sacrifício que estou passando para comprar os DVDS e um livro do confissões de adolescente , se vc ler oque escrevo , já fico muito agradecida ! Sou uma grande fã sua com apenas 13 anos de idade ! Sou de uma família pobre de são paulo capital . E conheci o Confissões de Adolescente quando tinha acabado de completar 13 anos , Estava eu mudando de canal sem rumo na TV . Até que vi uma coisa interresante sabe , uma seriado diferente passando na TV CULTURA E vi aquele capítulo todo . Me apaixonei . Minhas amigas me chamam de brega pelo seria ser antigo , mas sei apreciar uma coisa boa . Quando terminei de assistir , eu corri atrás para saber mais sobre essa tal confissões de adolescente , pesquisei na internet sobre tudo . E fiquei encantada , então eu não era brega , sim , uma grande reconhecedora . Sabia que iria me identificar muito na quele seriado . Assim um mês passou e os capítulos do 1ª temporada foram se peretindo ... Até que uma tarde ás 5:30 coloqei no canal cultura e CADÊEE CADêE A MINHA SÉRIE , MESMO REPETIDA QUERIA ELA DE NOVO . Mandei tantos e-mail pedindo esse seriado de volta que nem sentia mais meus dedos de tanto escrever a lamentar . MEUS PEDIDOS FORAM ATENDIDOS . A cultura agora está passando novamente a 1ª temporada de confissões de adolescente toda sexta ( pouco eu acho ) ás 18:00 Não perco uma sexta . E eu tento tento tando conseguir um DVD COM TODAS AS TEMPORADAS . E eu não vou desistir . Sei de quase tudo do Confissões de adolescente . E SEI TBM QUE SE VC LER ESSA MENSAGEM VAI SE ENCANTAR COMIGO ! Se vc ler essa mensagem já estarei tão grata que vc não faz idéia . Se um dia te encontrar juro que minha vida está completa . Pelo menos uma parte dela !


    BEIJOS EU TE ADMIRO MUITO BEIJOS EM SEU LINDO CORAÇÃO ! Seus filhos são lindos ! E VC PARECE QUE A IDADE NÃO PESA QUELA QUE EU VI NO SERIA DO É EXATAMENTE A MESMA QUE ESTOU VENDO AQUI ! BEIJOS EU TE ADMIRO MUIITO .

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  60. Acho que essa sua "defesa" é uma faca de dois gumes.
    Como você mesma acabou de admitir, não teve depressão pós-parto e não conhece ninguém que tenha tido. Tudo bem. Mas você admite que não pesquisou NADA sobre o assunto, apesar não só ter uma opinião formada como também tê-la exposto?
    Pesquisar e estudar sobre os assuntos do próprio livro é o mínimo esperado de um escritor.

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  61. alessandro cristian2 de junho de 2010 11:14

    Bom dia Maria! Sou alessandro, tenho 34 anos e sou casado com Marília e temos uma filha linda chamada Sarah. Estou casado com essa "Menina" a 12 anos, estamos juntos desde os 12 anos dela, sou 6 anos mais velho, ela tinha 16 anos quando nos casamos. Tinha tudo para dar errado! fomos morar com seus pais, ganhava pouco, ainda ganho pouco! rsrs. Mas estamos juntos e buscando sempre o melhor.
    Acabei de ler sua entrevista na época e fiquei muito féliz com suas colocações, pois vindo de uma mulher que alcançou o sucesso de fato traz um peso muito grande. Eu gostaria muito de ler seu livro e vou me esforçar para comprar. Fica com Deus! OBS: Não fique só neste livro vai escrevendo outro devagarzinho.
    Amo minha família !

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  62. Ela respondeu: "-Nunca mammy. Te amo do jeito que a senhora é. A gente almoça e janta juntas. A senhora faz lição comigo, me ajuda com as pesquisas, joga jogos comigo. Por que eu vou querer mudar alguma coisa? A senhora passa muito tempo comigo. Não gostei do que essa moça falou."
    ---------------
    Claro, se isto não for inventado, então já que a opinião de uma criança de 10 anos é tão relevante assim, que ela vote com 10 anos em vez de 16. De qualquer forma, como ela poderia opinar se conhece apenas um lado da situação? Opinar conhecendo apenas um aspecto em vez dos dois me pareceu mais o aspecto infantil do que maduro desta criança.
    Sou sua fã, e adorei seu livro, Maria Mariana! Terminei de ler ontem e já vou ler de novo! Beijão!

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  63. Isso são afirmações. Me coloco no lugar das mães que precisam trabalhar. Me coloco no lugar das mães que por "n" motivos não puderam amamentar. Me coloco no lugar das mães adotivas e das mães que fizeram cesáreas. São afirmações que não precisam de interpretação, pois são muito claras.
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    Fernanda Alves, não é questão de ser uma afirmação clara, mas imcompleta. De fato, certas afirmações, se cortadas, podem parecer claras, mas seu sentido original foi totalmente modificado. Muitas afirmações realmente foram tomadas fora de contexto. Já viu aqueles exemplos na aula de português em que mudando a vírgula de lugar, altera totalmente o sentido da frase? Pense nas sutilezas da língua antes de acusar a Maria Mariana.
    Sou fã até hoje da série confissões de adolescente! Que saudades! Bjux! Karen.

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  64. Várias pessoas estão se fazendo de vítimas para terem um pretexto para fazer tais críticas tão mal fundamentadas contra a atriz Maria Mariana. O sujeito não pode ver um pensamento diferente que já parte pra patifaria...
    Maria Mariana, admiro muito o seu trabalho e que seu livro ainda tenha muitas tiragens! Abração e tudo de bom pra você!

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  65. Eu acredito que o "erro" não está em deixar de trabalhar (pai ou mãe) para oferecer mais tempo aos filhos. Acredito que o "erro" está em ter filhos sem ter condições de se dedicar a eles.
    Trabalho com crianças e só posso dizer uma coisa: o que vejo no meu dia-a-dia são crianças carentes de atenção, carinho, cuidado.
    Vejo crianças chamando babás de mãe, crianças com carência de um abraço, de uma conversa ou simplesmente de um cafuné. Essas crianças não aprendem em casa coisas básicas e que deveriam ser ensinadas dentro de casa, na hora do jantar, do café da manhã, ou no momento oportuno. Coisas como honestidade, caráter, o que é certo ou errado.
    Todas as crianças sentem falta de pais e mães presentes, que conversam, cuidam, brincam, fazem parte da vida e do desenhvolvimento deles. Para eles isso nunca é o bastante.
    Eu constatei que as crianças, estando com os pais, brincam com uma bola de R$1,99 com a mesma (ou mais) alegria do que com um game de última geração, sozinhas em frente a tv. Na verdade são os pais que acreditam nessa ilusão de que os filhos querem presentes caros, viagens, festas de aniversários custosas. Muitos pais o fazem para competir com os amigos.
    O que uma criança aprende recebendo atenção, carinho, cuidado nos primeiros anos de vida é incomensurável. Nada e nem ninguém subtitui o amor, a atenção e a educação oferecidos pelos pais.
    Será que o conservadorismo, e a repetição de modelos antigos não está em acreditar que todos devemos e somos obrigados a ter filhos? Porque a minha mãe teve, a minha avó teve, a minha bisavó teve...
    Para que ter filhos se não podemos nos dedicar a eles?

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